Luteína: um aliado dos olhos e pele

A luteína é um composto natural de cor amarela encontrada em vegetais verdes-escuros e na gema de ovo. Por não ser produzida pelo nosso organismo, deve ser obtida por meio da alimentação.

O papel da luteína é proteger as folhas verdes dos efeitos nocivos da luz, mas exerce também um papel semelhante no tecido humano.

Estudos demonstram que a luteína é capaz de filtrar a luz azul responsável por causar danos às células e tecidos, reduzindo 40% dessa incidência. Além disso, ainda atua como antioxidante.

Luteína e os olhos

Pesquisas sugerem que, quando depositada na mácula (área da retina responsável pela visão central e mais acuidade visual), a luteína evita danos causados pelas luzes de ondas azuis, de alta energia, do espectro de luz visível, tanto natural quanto artificial. Além disso, age como antioxidante, protegendo as células por neutralizar os radicais livres (moléculas instáveis que, em excesso, levam ao estresse oxidativo e prejudicam as células da retina).

Estudos de revisão comprovam, também, a importância da luteína na redução do risco de DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), um processo degenerativo da mácula, que representa a principal causa de cegueira irreversível em indivíduos acima de 65 anos.

Segundo estudos, os pacientes com DMRI possuem uma menor concentração de luteína e zeaxantina na mácula e que a suplementação desses compostos aumenta a Densidade Óptica do Pigmento Macular (DOPM) e melhora a função visual.

Um estudo duplo-cego, controlado por placebo, realizado em 108 pacientes com DMRI em estágio inicial, demonstrou que, no início e ao fim de 24 e 48 semanas, os pacientes que fizeram suplementação de 10mg de luteína ou 10mg de luteína + 10mg de zeaxantina, tiveram aumento de da DOPM e melhora da função da retina, prevenindo, assim, a progressão da DMRI.

Além disso, evidências sugerem, também, a redução do risco de catarata ao aumentar a ingestão de luteína.

Luteína e a pele

Ensaios clínicos evidenciam a função antioxidante da luteína para a pele. Nesse tecido, o pigmento preserva a capacidade de combater a oxidação provocada pela exposição à luz e a outras agressões do meio ambiente.

A melhora da hidratação da pele também foi notada após a ingestão de antioxidantes, como a luteína.

Luteína, Gestação e Desenvolvimento Infantil

A luteína é predominantemente encontrada no sangue materno e no cordão umbilical, sendo um dos pigmentos mais importantes encontrados no colostrum e no leite materno. Além disso, estima-se que a luteína e a zeaxantina sejam predominantes, também, na retina e cérebro dos fetos, participando, assim, dos primeiros estágios de desenvolvimento desses tecidos.

Por ser dominante nos primeiros anos de vida, possui grande importância durante as fases de gestação, lactação e primeira infância.

A recomendação diária de ingestão de luteína é de 5 a 10mg, entretanto, por meio da alimentação, estima-se que seja obtido, em média, 644,9mcg por dia, fazendo-se necessária suplementação para obtenção dos benefícios à saúde proporcionados pelo nutriente.

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