Depressão: sintomas, diagnóstico e tratamento

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Aproveitando o tema “Setembro Amarelo”, a depressão está entre as principais causas de suicídio.

Considerada o mal do século, a depressão é caracterizada por uma tristeza profunda e sem fim, em muitos casos sem motivo evidente ou aparente. Segundo a ONU, essa é quarta principal causa de incapacitação.

O transtorno pode atingir pessoas de qualquer idade e exige avaliação e tratamento acompanhado por um profissional.

Além da contínua sensação de infelicidade, a depressão também causa algumas alterações fisiológicas, como queda da imunidade e o aumento de processos inflamatórios.

Os principais sintomas do transtorno são: cansaço extremo, fraqueza, irritabilidade, angústia, ansiedade exacerbada, baixa autoestima, insônia, falta de interesse por atividades que antes davam prazer, pensamentos pessimistas e frequentes sobre morte, comportamentos compulsivos, dificuldades de contração, problemas e/ou disfunções sexuais e sensação de impotência ou incapacidade para os afazeres do dia a dia.

São considerados como fatores de risco: histórico familiar, transtornos psiquiátricos correlatos, estresse e/ou ansiedade crônica, traumas físicos ou psicológicos, disfunções hormonais, entre outros.

O tratamento, na maioria dos casos, é medicamentoso. Isso porque a depressão é uma patologia que atinge os mediadores bioquímicos envolvidos na condução de estímulos através de neurônios, devido ao comprometimento de alguns neurotransmissores que são responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.

Muitos portadores dessa doença não percebem o estado depressivo como tal, mas como um mau momento da vida que um dia passará, diminuindo assim a procura por ajuda psiquiátrica. Esse comportamento aumenta os ricos de piora da doença a ponto de causar morte natural ou suicídio.

Por isso, é preciso ficar atento aos sinais de uma possível depressão e procurar um profissional que possa avaliar os sintomas e fazer o correto diagnóstico.

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